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Produção de espumantes na serra gaúcha tem crescimento médio de 12,5% ao ano

A produção de espumantes na serra gaúcha não para de crescer. Nos últimos oito anos, o crescimento médio foi de 12,5%. O número quase dobrou em 2010. O empresário Benildo Perini vive desde criança em meio aos parreirais. A transformação da cantina da família  em vinícola aconteceu há quarenta anos.

Em 2010, registrou o maior crescimento da história na produção de espumante, com 36%, bem acima da média nacional.
 
– Isso é muito gratificante para um homem do interior como eu, que acreditou na proposta vitivinícola, saber que se teve a adesão da excelência maior que são os consumidores. A evolução qualitativa dos espumantes tem sido algo que a mim, que tenho tido a oportunidade de caminhar em algumas regiões do mundo, onde se elabora espumante, os espumantes que nós temos, do padrão do nosso, são raros – disse Perini.

O empresário não está sozinho na opinião. O italiano Roberto Rabachino é somelier internacional e ministra aulas desta arte no Brasil e em vários outros países. Ele é categórico ao falar sobre o espumante da serra gaúcha.
 
– Posso afirmar tranquilamente que o espumante brasileiro tem qualidade reconhecida no mundo todo. O sucesso se deve à excelência do produto e ao esforço das instituições brasileiras em promovê-lo internacionalmente – diz Rabachino.
 
Os espumantes brasileiros já receberam mais de duas mil medalhas em concursos internacionais. O consumidor vem descobrindo o prazer de beber espumante, não só em festas, mas no dia-a-dia.

– Isto se conseguiu fazer: que não seja só em momentos comemorativos em eventos diferenciados e sim no momento que se tem a disposição de consumir um espumante. Consumi-lo é bom pra vitivinicultura como um todo, é bom para a saúde do ser humano, moderadamente. Isto faz com que se mantenha esse segmento vitivinícola que proporcionou o crescimento inicial da serra gaúcha – defende Benildo.

Uma atividade que contribui para o aumento do interesse pela bebida são os cursos de sommelier. Em uma turma em Garibaldi (RS), profissionais de diversas áreas e regiões do país estão aprendendo a degustar e entender as diferenças de cada casta e método de produção.

– Eu sempre gostei muito do vinho, como apreciador da bebida, e então surgiu uma oportunidade, por um próprio interesse de estar mais próximo do vinho, do espumante, enfim. E comecei a representar uma vinícola em MT e agora estou me aperfeiçoando como sommelier – conta o representante comercial Cláudio Carvalho.

O espumante que já faz sucesso em concursos internacionais tem muito espaço ainda para crescer no mercado interno.

– O consumo per capita comparado à cerveja é insignificante. Hoje, o consumo per capita não chega a 200 mililitros por ano. Então, a gente vê um potencial de mercado muito grande de crescer e aumentar essa cultura – explica o gerente de Marketing do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Diego Bertolini.

Crescimento com sustentabilidade também é preocupação de alguns produtores. Benildo Perini está utilizando uma técnica nova, chamada TPC, que possibilita a redução no uso de agrotóxicos nos parreirais.

– Nada mais é do que ar aquecido através de gás liquefeito e que dá um resultado espetacular. Nós implantamos este ano e o pró-seco onde estamos agora, vem sendo tratado desta forma após a florada. Isto elimina os fungos. O ar quente elimina os fungos e faz com que se tenha uma fruta mais sadia e isenta de todos os fungicidas que está usando em todos os vinhedos do planeta. Isso não é só da serra gaúcha ou do Brasil – diz Perini.

O jovem enólogo Gabriel Caríssimi já tem 15 anos de experiência. Quando se formou técnico em enologia, era menor de idade e não podia beber.

– Eu fiz o curso de enologia e me formei aos 16 anos. E, na verdade, com 16 anos não se pode consumir bebida alcoólica. Então, eu fiquei praticamente dois anos trabalhando quase clandestino e consumindo vinho escondido. Eu não podia ser responsável pela empresa porque era menor de idade, mas foi uma boa experiência. Aí depois de formado no curso técnico, fiz o curso superior e continuei trabalhando aqui na empresa desde então. Já tenho 15 anos de casa – conta Caríssimi.

 

 

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